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CORROSÃO

Os testes para estudar a corrosão têm como finalidade avaliar o comportamento e a durabilidade de materiais e revestimentos quando expostos a ambientes agressivos, estáticos ou dinâmicos. Esses ensaios permitem identificar mecanismos de degradação, comparar desempenho entre materiais e validar a eficiência de sistemas de proteção anticorrosiva.

 TESTES ELETROQUÍMICOS

Os testes eletroquímicos são uma abordagem eficiente para o estudo da corrosão. Essas técnicas utilizam de equipamentos como o potenciostato para controlar a tensão e a corrente elétrica em uma amostra, para acelerar e quantificar o processo de corrosão.

  • ASTM G3, ASTM G5 , ASTM G59, ISO 17475.

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ENSAIOS ESTÁTICOS 

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AUTOCLAVES

As autoclaves são amplamente utilizadas para testes estáticos e dinâmicos para estudos relacionados a corrosão interna de gasodutos, reatores, tanques de armazenamento, etc. Sendo  capaz de simular meios corrosivos com diferentes condiçoes de pressão e temperatura encontradas na industria 

ENSAIOS DINÂMICOS

GAIOLA ROTATÓRIA

Os ensaios de corrosão com gaiola rotatória são métodos utilizados para avaliar o comportamento de materiais metálicos em ambientes corrosivos sob condição de movimento e agitação constante. Nesse tipo de ensaio, os corpos de prova são fixados em uma estrutura rotativa (gaiola) imersa em solução corrosiva. A rotação simula condições reais de escoamento, turbulência e atrito, permitindo analisar a resistência à corrosão em situações mais próximas das encontradas em tubulações, equipamentos industriais e sistemas de transporte de fluidos.

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FLOW LOOP

Os Loops são os equipamentos  que mais se assemelha as condições reais aplicadas em dutos industriais. Nele é possivel analisar o processo de corrosão de um dado material com a aplicação  do escoamento de um fluido e diferentes condições de temperatura, velocidade e pressão.

ENSAIOS DE CORROSÃO SOB TENSÃO

ENSAIO DE TRAÇÃO COM BAIXA TAXA DE DEFORMAÇÃO (BTD)

O Ensaio BTD (Ensaio de Tração com Baixa Taxa de Deformação). É uma técnica de laboratório usada para avaliar a suscetibilidade de materiais metálicos à corrosão sob tensão (CST) e à fragilização por hidrogênio.

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ENSAIOS DE PERMEAÇÃO E FRAGILIZAÇÃO POR HIDROGÊNIO

PERMEAÇÃO POR HIDROGÊNIO COM E SEM TENSÃO

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O ensaio de permeação por hidrogênio é uma técnica utilizada para estudar como o hidrogênio se difunde através de materiais. Esse ensaio é fundamental para diversas indústrias, nas quais o hidrogênio pode estar presente em ambientes de alta pressão e temperatura, permitindo avaliar o comportamento e a susceptibilidade dos materiais à interação com esse elemento. Durante o ensaio, também existe a possibilidade de aplicar tensão mecânica ao material, permitindo analisar a difusão do hidrogênio sob condições mais próximas das de serviço.

FRAGILIZAÇÃO POR HIDROGÊNIO

O ensaio de fragilização por H₂ tem como objetivo avaliar a influência do hidrogênio nas propriedades mecânicas do material, especialmente na resistência e na ductilidade. Para sua realização, utilizamos o ensaio de tração com baixa taxa de deformação (BTD), que aumenta a sensibilidade à ação do hidrogênio. O método permite identificar a susceptibilidade à iniciação e propagação de trincas, bem como o risco de falhas prematuras quando o material é submetido a esforços mecânicos.

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ANÁLISE DE CORROSIVIDADE PELO SOLO 

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MEDIDOR DE RESISTIVIDADE (MÉTODO DE WERNNER)

O método consiste na utilização de quatro eletrodos igualmente espaçados e alinhados na superfície do solo, por onde é aplicada uma corrente elétrica. A partir da diferença de potencial medida, calcula-se a resistividade.

Solos com baixa resistividade tendem a ser mais corrosivos, enquanto solos com alta resistividade apresentam menor potencial de corrosão.

CÂMARAS  CLIMÁTICAS

As câmaras de ensaio são equipamentos projetados para simular e controlar condições ambientais específicas, permitindo avaliar o comportamento e a durabilidade de materiais, revestimentos e componentes em diferentes situações de uso. Esses sistemas possibilitam o controle de temperatura, umidade, radiação UV, névoa salina e condensação, reproduzindo de forma acelerada os efeitos do envelhecimento natural e da exposição ambiental

 CÂMARA SALT SPRAY

A câmara de salt spray, ou câmara de névoa salina, é um equipamento de laboratório usado para realizar testes de corrosão. O principal objetivo é simular, de forma controlada, as condições corrosivas de um ambiente marinho ou industrial para avaliar a resistência de materiais e revestimentos. O equipamento também permite a aplicação e o controle de temperatura interna, quando necessário, garantindo condições padronizadas de ensaio e maior confiabilidade nos resultados obtidos.

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CÂMARA 100% DE UMIDADE 

A câmara de 100% de umidade é um equipamento utilizado para ensaios em ambiente com saturação total de vapor d’água, contando também com a opção de controle de temperatura. Ela permite avaliar a resistência de materiais e revestimentos quando expostos a condições extremas de umidade

CÂMARA DE EXPOSIÇÃO A RAIO UV

A câmara de exposição a raios UV é um equipamento de laboratório que simula a incidência de raios UVA, UVB, ou seja, os efeitos destrutivos da luz solar em materiais. O seu principal objetivo é acelerar o processo de envelhecimento e prever a durabilidade de produtos, permitindo que a indústria teste a resistência de seus materiais de forma controlada.

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CÂMARA DE DIÓXIDO DE ENXOFRE

A câmara de dióxido de enxofre, é um equipamento de teste que simula os efeitos corrosivos de ambientes industriais poluídos ou de chuva ácida. Seu principal objetivo é avaliar a resistência de materiais e seus revestimentos à corrosão causada por gases ácidos.

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O CESTEq tem por objetivo fornecer um suporte laboratorial adequado para o desenvolvimento de pesquisa em Corrosão Metálica, para a formação de recursos humanos em Corrosão e para a prestação de serviços especializados em Corrosão.

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Responsável

Alysson Bueno

Endereço

Universidade Federal de São João Del Rei - Departamento de Engenharia Mecânica e Produção.

CESTEq - Centro de Engenharia de Superfícies, Tribologia e Eletroquímica

Campus Santo Antônio - DEMEP
Salas 1.03, 2.01 e 3.14
Praça Frei Orlando, 170, Centro, São João del-Rei, Minas Gerais.
CEP.: 36307-352

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